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Jornalismo da Urcamp deixa legado em vídeo do pracinha João Francisco da Silva

O amor pela bandeira brasileira e a devoção às Forças Armadas por João Francisco da Silva, 96 anos, estão registradas pelo curso de Jornalismo da Urcamp. O bajeense e ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), morreu nesta semana. Contudo, seus feitos estão registrados em documentário, que está disponível no YouTube e site do Jornal MINUANO. O material foi produzido pelas alunas Lívia Monteiro, Luana Soares, Milena Saraiva e Verônica Barboza; com mentoria do subtenente do 3º Batalhão Logístico (3º Blog), Sérgio Carlos, e orientação do professor Glauber Pereira. A ideia do registro com o pracinha surgiu no final do semestre de 2019, quando o 3º Blog cadastrou uma demanda na plataforma Sou I, relacionada à comunicação externa. "Eles queriam melhorar a comunicação externa, no sentido de mostrar para a comunidade o que o Blog faz. Assim, as alunas desenvolveram uma campanha de comunicação. E entre uma série de ações e releases (textos jornalísticos/institucionais), fizeram o documentário, que exibe o valor do Exército Brasileiro para defesa da democracia, mediante atuação na Segunda Guerra Mundial, no combate contra o fascismo e nazismo. Seguramente, esse foi o último registro feito com o ex-combatente que, infelizmente, veio a falecer nesta semana", contextualiza Pereira. Participante do projeto, Milena Saraiva ressalta o valor que o projeto teve para registro de um personagem histórico, não somente de Bagé, mas do Exército Brasileiro. "Quando nosso grupo escolheu a demanda, acho que nós não tínhamos ideia da dimensão que esse projeto teria. Antes do contato com o Blog eu não sabia que eles não tinham nenhum registro da história do seu João. A experiência foi muito boa, tanto tecnicamente (cuidado com a captação e edição da imagem, cenário, som, a preocupação em deixar o entrevistado a vontade pra falar), quanto na lição de vida que ele nos passou. A gente aprende muito mais do que apenas como fazer jornalismo de qualidade, aprendemos sobre a vida, sobre como funcionam outras áreas diferentes da nossa, sobre o mundo fora do nosso convívio. Na minha opinião, o projeto tem uma relevância enorme. Ele é um objeto de estudo, de memória, um registro da grande história de Seu João Francisco, de Bagé, do Brasil e do mundo", enfatiza. Uma vida dedicada ao Exército João Francisco morreu na noite de domingo (28), no Hospital da Guarnição de Bagé (HGuBa). Ex-combatente da Força Expedicionária Brasileira (FEB), o 2° Tenente lutava contra um câncer de próstata. Ele era viúvo e deixa sete filhos. Segundo o livro "A Rainha da Fronteira – Fragmentos da História de Bagé", de Cássio Lopes, o "pracinha" tinha 20 anos, em 1944, quando servia no 12° Regimento de Cavalaria de Bagé, atual 3° Batalhão Logístico, e resolveu ser voluntário para integrar a FEB. "O militar viajou de trem até a cidade de Rio Grande e de lá foi de navio para o Rio de Janeiro, onde permaneceu por três meses em treinamento. Ao fim da preparação, o então soldado João Francisco embarcou para a Itália, aportando em Nápoles, após 15 dias de viagem", menciona trecho da obra. Em fevereiro de 2020, em cerimônia de comemoração aos 75 anos da Tomada de Monte Castelo, batalha travada ao final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas aliadas e as forças do Exército Alemão, que tentavam conter o avanço no norte da Itália, João Francisco da Silva recebeu a Boina Preta (símbolo do combatente blindado). A batalha de Monte Castelo foi travada entre novembro de 1944 e fevereiro de 1945, marcando a presença da FEB na guerra, com a tomada da elevação, que possuía grande importância tática por permitir o avanço das tropas em direção à Alemanha. O bajeense combateu nesse confronto, que teve, como saldo, 478 soldados mortos e 27 inimigos alemães aprisionados.

Em 12/08/2020 às 11:45h em Eventos Sociais
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