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COVID-19

Região mantém classificação de médio risco em semana de aumento de casos de Covid-19

Em 21/11/2020 às 01:23h

por Melissa Louçan

Região mantém classificação de médio risco em semana de aumento de casos de Covid-19 | COVID-19 | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Vigência da nova classificação é de 24 a 30 de novembro Foto: Divulgação

Os novos casos de Covid-19 na última semana elevaram em 7% o registro geral de Bagé, que, até o final da tarde de sexta-feira, contabilizava 1.672 casos. Mesmo com o crescimento observado durante os últimos dias,  o município conseguiu se manter em bandeira laranja, que indica risco médio de contaminação no modelo do Distanciamento Controlado proposto pelo Governo do Estado.

O aumento súbito de casos foi agravado pelo surto registrado na Vila Vicentina. Inclusive, o episódio ocorrido na entidade bateu o recorde de confirmações em um mesmo dia, na última segunda, 16, quando foram anunciados 61 novos casos. Contabilizando os anunciados de segunda a quinta, foram confirmados 115 novos pacientes e 18 internações. 
Diante da nova linha de contaminação, o secretário de Saúde e Atenção à Pessoa com Deficiência, Geraldo Gomes, descarta a hipótese de que a elevação de casos seja referente a uma segunda onda da pandemia. "Foi um surto isolado. Era previsível, tanto que em oito meses de pandemia, Bagé foi uma das últimas cidades a ter surto em uma entidade de longa permanência", informa.

Por enquanto, o secretário não projeta um endurecimento dos protocolos de segurança. Contudo, garante que a continuidade da flexibilização depende do comportamento dos bajeenses quanto aos métodos de segurança em vigor. Ele adianta que a gestão não cogita, neste momento, um novo lockdown (fechamento total do comércio), já que as empresas cumprem os protocolos e a possibilidade de contaminação neste caso é pequena, mas segue chamando atenção para a necessidade de evitar aglomerações e para a importância do uso da máscara.

Nova testagem em curso
Para diagnosticar o índice de circulação do vírus na comunidade, uma nova rodada de testes rápidos será aplicada a partir da próxima semana. A testagem deve atingir cerca de 400 pessoas em 40 bairros da cidade. Os testes serão aplicados em casas sorteadas através de equipes de enfermagem da Secretaria de Saúde, principalmente nos bairros que apresentaram maior índice de infecção até o momento. Os resultados da testagem serão parâmetro para as próximas ações da gestão municipal.

Além disso, seguem as ações noturnas de fiscalização de bares, restaurantes e a balada segura em parceria com a Secretaria Municipal de Segurança e Mobilidade Urbana. Durante o dia, a Vigilância em Saúde segue o controle das lojas e das filas de bancos, a fim de manter o distanciamento social exigido.

Novo perfil de contaminações

O coordenador regional de Saúde, Ricardo Necchi, também não projeta medidas mais austeras para combater a escalada de casos na cidade. Pondera que, no momento, além das medidas de segurança já adotadas, a observância e monitoramento dos casos é a principal ferramenta do Estado para garantir o controle da situação.

Até o final da tarde de sexta, cerca de 20 internações clínicas em Bagé eram relacionadas à linha de contaminação da Vicentina, mas todas estavam em leitos de isolamento, já que nenhum caso exigiu tratamento intensido. Na UTI,  apenas uma paciente estava internada com suspeita de infecção pelo vírus.

Por enquanto, a situação é considerada controlada. Isto deve-se a dois fatores. O primeiro é o baixo índice de internação na UTI. Como a Santa Casa de Dom Pedrito foi recredenciada para mais 90 dias em tratamento exclusivo de casos de Covid-19, os casos da região estão sendo todos encaminhados para lá para manter a lotação mínima, que justifique o recredenciamento. Ou seja, por enquanto, Bagé está atendendo apenas aos pacientes locais.

O outro aspecto apontado pelo médico, que torna o panorama de contaminações menos complexo, é o perfil dos novos casos. "A maioria dos pacientes que contraíram o vírus agora estão em boa evolução, permanecem em casa, se recuperando. Diferente do que foi observado lá no início, quando muitos precisaram de tratamento intensivo, respirador e ventilação mecânica", destaca.

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